(Gaudi)
(arqueiros representados na tapeçaria de Baieux)este blog é como um interruptor de egos: quando estás em baixo, anima-te; quando estás demasiado fortalecido, nivela-te
(Gaudi)
(arqueiros representados na tapeçaria de Baieux)

"No dia 1 de Novembro de 1962, dia de todos os Santos, dia muito lembrado e eu tão triste o passei e cheio de fome nos deram um arroz cozido só na própria água sem sal e sem azeite fome de morrer e ao jantar [fl.11] nos deram feijão cheio de bichos nada se pode comer e é esta a sorte do pobre soldado." (A. B. - Angola)
8/10
Deco
Já se sabe que Deco é um especialista em marcar cantos directos. Desafiado pela UEFA, o médio do Barcelona teve uma actuação fantástica no "training ground". Em dez cantos directos, marcou oito.
6/10
Pirlo
De fora da área, com a bola parada, foi pedido a Pirlo que acertasse na barra. O médio do Milan tem uma técnica apurada e conseguiu acertar seis vezes. Melhor do que Quaresma.
8/10
Cafu
Posicionado na área, entre o penálti e a meia lua, depois de receber a bola e dominá-la no peito sem a deixar cair, tinha de rematar de primeira e marcar. Obteve oito golos em dez tentativas.
5/5
Robinho
Ao brasileiro foi pedido que, de costas para a baliza, dominasse a bola sem a deixar cair e rematasse de bicicleta. Actuação soberba do avançado: em cinco tentativas, cinco golos. E sem lesões.
74
Hyypia
Descobriu-se que Hyypia, defesa do Liverpool, tem uma excelente técnica. A UEFA pediu-lhe para dar toques de cabeça sem deixar cair a bola, ao estilo de uma foca, e o finlandês deu 74.


And so it went,
Jesse was increasingly cavalier...
He camouflaged his depressions
and derangements...
...Jesse would look over at Bob
with melancholy eyes... ...as if the two were meshed
in an intimate communication.
...in order to lull Bob
into stupid tranquility and miscalculation.
"Estabilidade" é a palavra-chave do discurso de Carlos Queiroz, técnico adjunto de Alex Ferguson no Manchester United, referindo-se ao FC Porto como uma espécie de "ilha" no panorama futebolístico português, o que faz dos portistas uma excepção. Em declarações a O JOGO, Queiroz apontou, essencialmente, um factor para explicar esse aspecto que distingue os azuis e brancos, suportado nos sucessivos mandatos de Pinto da Costa e na edificação de um enquadramento desportivo sem paralelo nos clubes portugueses. Os treinadores são integrados numa "máquina" lançada, o que, diz, coloca o FC Porto em vantagem sobre a concorrência. Os ciclos de duas ou três temporadas que os técnicos costumam fazer à frente dos dragões não perturbam, de uma maneira geral, a marcha do clube. "Os critérios institucionais seguidos pelos clubes portugueses devem ser avaliados e a história do FC Porto prova que essas mudanças de treinadores, ao fim de ciclos de dois ou três anos, não têm tido uma grande influência no rendimento, porque é a instituição que garante a continuidade", apontou, antes de concretizar a sua ideia: "Enquanto que no FC Porto os treinadores entram para emprestar os seus conhecimentos técnicos, nos outros clubes, eles, muitas vezes, têm de se substituir aos dirigentes, em frentes que não seriam as suas e que obrigam, até, a atitudes e declarações que acabam por ser pouco saudáveis para a própria imagem". Esta organização e o facto de Pinto da Costa estar há mais de 25 anos na presidência tornam tudo mais simples para quem chega ao clube. "O FC Porto é como um comboio que está sobre os carris. Basta perceber o seu engenho para dirigir a máquina, enquanto que nos outros clubes os treinadores desgastam-se muito rapidamente. Por outras palavras, numa corrida de 100 metros, se eu partir 40 metros mais à frente, é indubitável que estarei em vantagem em relação à concorrência e é o que acontece com o FC Porto".
Carlos Queiroz
"Precoce, imerecido, o adeus é também fingido e particularmente indiferente aos mais elementares princípios de justiça que ficou por fazer ao campeão português, o melhor, o mais dotado dos opositores e, seguramente, o mais apto de três horas e meia de futebol que ficou a dever um desfecho doce ao F.C. Porto, superior até em inferioridade numérica e apenas batido da marca de grande penalidade, pequena porção de relvado para onde o Schalke procurou conduzir o desenlace na incapacidade de se distinguir e distanciar em toda a extensão do terreno. Talvez por isso e por muito mais, o adeus não represente propriamente uma despedida, mas um simples até já."
Apesar de termos perdido em penalties mostrámos porque somos uma das melhores equipas a jogar futebol na Europa. A Champions ficou sem uma das 8 melhores equipas...para o ano há mais e o FCP lá estará novamente como tem sido hábito.
Foi tanto o azar que eu já estava a sonhar com os 4º final ou com o Milan ou com o Real :) ...
Força Porto!!!!....