O QUE USEI:
- 1 cebola grande
- 2 dentes de alho
- azeite
- 3 batatas médias
- cerca de 300 gr de cogumelos
- metade de uma embalagem de creme de soja (em vez de natas)
- 1 ramo de tomilho seco
- sal
este blog é como um interruptor de egos: quando estás em baixo, anima-te; quando estás demasiado fortalecido, nivela-te

Sou suficientemente fiel a alguns ingredientes/produtos para me tornar um pouco repetitiva. Esta semana, a ver um dos episódios da Nigella, descobri que também ela fez uma série de pratos onde utilizou a hortelã. Isto parece uma cópia, mas foi de facto um acaso.
Mais uma vez camarão. Não há semana lá em casa que não entre na ementa. Mais para agradar à L. e a mim também, claro está. Até a F. já é adepta. Baixo em calorias, o marisco é dos alimentos que mais aprecio, não exactamente por essa característica.
Desta vez recorri a um acompanhamento pouco usual nas minhas combinações. Batata doce. Comprei para fazer uma sopa, mas entretanto mudei de ideias. Fritei-as em óleo bem quente , e depois salpiquei com bastante hortelã fresca bem cortadinha com a meia-lua. Fiz esparregado com nabiças do quintal da Z. Que bom ter um quintal e estes vegetais e legumes a virem para a minha mesa... e os camarões. A ideia inicial era saltear apenas na frigideira com um pouco de azeite, mas como entretanto espremi a habitUAl laranja para o sumo da L. ocorreu-me que podia usar algum sumo e a raspa da mesma nos camarões. Umas pedras de sal e já está.
À hora de almoço cozi as nabiças em água. À noite foi só preciso passar a varinha. Numa frigideira coloquei azeite, bastante cebola e um dente de alho bem picados. Juntei o puré e duas colheres de sopa de farinha e o sal. Dez minutos depois o jantar foi servido, para nosso regalo.
O QUE USEI:
- folhas de espinafres
- grão de bico cozido
- alho
- cebola
- azeite
- sal
COMO PROCEDI:
A técnica habitual nos cremes. Começar por refogar ligeiramente a cebola, o alho e o azeite. Juntar os restantes ingredientes. Deixar cozer. Temperar e passar a varinha mágica.



Com um grande golo de Drogba. Dada a actual grande forma do marfinês, temo pela pobre selecção de queiroz...

Não me digas que não me compr´endes
quando os dias se tornam azedos
não me digas que nunca sentiste
uma força a crescer-te nos dedos
e uma raiva a nascer-te nos dentes
Não me digas que não me compr´endes

Os ouvidos de uma criança ficam no seu traseiro,
ele só ouve quando leva umas palmadas.
Este robalo caramelizado nada mais é do que este peixe cortado em filetes e passado na frigideira com um pouco de azeite e regado com jeropiga. Este vinho doce acaba por criar uma consistência caramelizada graças ao seu açucar e à gordura de base e do próprio peixe. Pode ser dado a crianças porque o álcool depois de cozinhado perde essa propriedade. Servir com um arroz simples, ou o que vos apetecer.
O QUE USEI:
- robalo em filetes
- cogumelos frescos fatiados
- 1 ramo de salsa
- 1 colher de sopa de azeite
- 2 colheres de sopa de jeropiga
- sal
COMO PROCEDI:
Numa frigideira coloquei o azeite até aquecer. Juntei o peixe e os cogumelos e reguei com a jeropiga. Adicionei o sal e deixei em lume brando cerca de 7 minutos. No último minuto adicionei a salsa finamente picada. Acompanhei com arroz simplesmente cozido em água e sal.

Já o disse várias vezes, prefiro salgado a doce e não sou boa executante de sobremesas. Tenho sempre imensas reservas no que toca a doces. É por isso que opto exclusivamente por receitas simples. É o caso desta. Mais simples não há. Além disso, pode ser comida logo que se acabe de preparar. Foi o caso! Trata-se de uma sugestão da Nigella, a que fiz pequenas alterações (como sempre). Na falta de sumo de romã, que está no original, usei sumo de lima. Gosto particularmente de limas porque são perfumadas e não excessivamente ácidas. Também gosto de caipirinhas ;)
O QUE USEI:
-500 gr aprox. de morangos
- 1 pacote de natas para bater
- 4 suspiros pequenos
- sumo de meia lima
- 2 colheres de sopa de açucar
COMO FIZ:
Numa taça coloquei os morangos cortados com o sumo de lima e o açucar. Enquanto maceravam, bati as natas até ficarem fofas (tentei usar o substituto de soja, mas não resultou). Reservei uma concha de morangos para usar na decoração das taças e incorporei os restantes com as natas e os suspiros partidos grosseiramente. Por norma não como doces, por isso permiti-me desfrutar de duas taças destas ;) seguida de uma caipirinha!
Todas as semanas faço cerca de quatro sopas diferentes. Gosto muito de as fazer, de imaginar diferentes combinações de ingredientes. Doce, salgado, acre... uma infinidade de combinações. Quando digo sopa, refiro-me essencialmente a cremes aveludados. Porque são os preferidos da L. e eu também aprecio mais essa consistência macia e sem obstáculos. O creme que hoje sugiro levou no final uma mão cheia de ervilhas, que deixei inteiras, mas que podem ser também trituradas. Chamo-lhe creme perfumado com gengibre porque gosto de usar ervas e/ ou especiarias na sopa. É aí que reside a diferença.
O QUE USEI:
- castanhas congeladas
- abóbora menina
- 1 pêra rocha grande
- 2 cenouras
- 1 cebola grande
- 2 dentes de alho
- ervilhas congeladas
- cerca de 5 cm de gengibre fresco
- azeite
- sal
COMO MISTUREI:
Comecei por colocar na panela o azeite com o alho e a cebola. Deixei quebrar um pouco e acrescentei a abóbora e as castanhas. 2 minutos depois, coloquei a cenoura, o gengibre e a pêra. Juntei água e deixei cozer em lume médio. Temperei com sal e passei a sopa com a varinha, até obter um creme macio e aveludado. Finalmente juntei uma mão cheia de ervilhas e deixei cozer cerca de 5 minutos. O gengibre perfuma de uma forma muito intensa e deixa a cozinha como um templo.
Com o calor destes dias primaveris começa a apetecer outro tipo de pequeno almoço que não o tradicional café com leite e torrada. Ainda que lá por casa faça questão de incluir fruta, sumo de laranja e iogurtes logo pela manhã, confesso que nunca dispenso uma torrada com manteiga salgada :)
Este batido de banana que hoje sugiro é a minha versão muito particular dos batidos de grandes cozinheiras que me inspiram. Usei banana bem madura congelada. É uma maneira simples e prática de aproveitar alguns alimentos. Detesto as bananas excessivamente maduras. Compro verdes, mas amadurecem facilmente. Quando passam do ponto (do meu), parto em metades e congelo. Depois, uso nos batidos e já não preciso do gelo. Resulta!
O QUE USEI (dá para 2 doses, para uma se for guloso):
- 1 banana congelada
- 1 colher de sopa de mel
- 1 colher de chá de café instantâneo
- 1 colher de chocolate em pó (boa qualidade)
- 1 iogurte natural
- meia chávena de leite
COMO PREPRARAR:
Basta juntar tudo no copo liquidificador.
Para quem gosta de tostas com queijo, esta é uma versão um bocadinho diferente. Mas se não fosse também não valia a pena, porque tostas mistas não têm segredos. Mais uma vez, é uma maneira de usar alimentos que já passaram aquele ponto. Aqui usei um muffin de laranja que já estava um bocadinho duro (eles são bons macios e moles, certo?)
O QUE USEI:
- 2 fatias de pão de forma (as melhores)
- queijo brie (muito ;)
-1 muffin de laranja esfarelado (ou outro qualquer)
- 1 colher de sopa de compota (de frutos do bosque)
COMO FIZ:
Estendi na fatia de pão uma camada de queijo, seguida do muffin esfarelado e outra de queijo. Cobri com a outra fatia de pão. Levei à prensa e depois coloquei a compota. Experimentem, inventem. É divertido!
Saí com a L. do ballet a correr. Ainda havia banho para dar, sopa a preparar e um segundo prato. Exigia-se um express. Pasta, claro!!!!
Para variar um pouco do peixe e da carne, usei como proteína o tofu. Claro que disse à L. que era queijo. Para não haver resistências ;)
O QUE USEI:
- massa fettuccine
- tofu
- metade de um pimento vermelho grande
- 1 cebola vermelha
- 2 dentes de alho
- 2 maças reinetas
- azeite
- sal
- 5 folhas de hortelã
COMO PREPAREI:
Cozi a massa segundo as indicações da embalagem (4 minutos para ficar al dente). Numa frigideira coloquei o azeite, a cebola cortada em meias luas e o alho esmagado. Deixei quebrar um pouco e acrescentei o o tofu cortado em quadrados e o pimento em tiras. Cozinhou cerca de 10 minutos em lume brando. Depois deitei as maças fatiadas mais 3 minutos. Finalmente salpiquei com hortelã bem picada. Juntei a massa escorrida mas bem húmida.
Soube-me pela vida!
Ontem foi dia de iniciação ao Reiki. E sinto que ainda não assimilei. Foi tudo muito intenso. Tinham-nos recomendado que fizessemos uma refeição leve antes de irmos para a sessão, sem carne (especialmente porco) e sem álcool.
Decidi por isso preparar uma Sopa de Miso e Algas para entrar no espírito ;) e depois de peixe galo grelhado com um arroz basmati, rematei a refeição com um pecado. Bolo de pêras e chocolate, só para mimar um pouco.

Ontem, ao final da tarde, meti-me na cozinha com a L. É sempre diversão garantida. Com as panelas dela e as minhas. Fizemos duas fornadas de muffins. Uns de chocolate para ela levar para o infantário. Outros de laranja cá para casa. As receitas seguem outro dia. Surpreendentemente a ajuda dela é preciosa. Honestamente quase não participei. Só medi os ingredientes. Ela juntou tudo e depois coloquei no tabuleiro dos muffins.
No entretanto fiz um pão rústico. Não me deu qualquer trabalho. Foi seguir apenas as indicações da embalagem quanto aos tempos de levedura. Usei um preparado de farinha para pão, marca Avó Rosa, muito semelhante a esta mas mais económica. Resultou num pão de meio quilo, por 0.75 cêntimos. Económico! E na verdade só tive de juntar água com farinha e deixar levedar. Ao pequeno almoço torrado e com manteiga foi uma delícia.