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segunda-feira, fevereiro 25, 2008

prós e prós - o tempo de antena do PS - 3

O "debate" começa com tempo de antena, sem que a jornalista interrompa, contradiga ou questione. A ministra vai proferindo tretas, puras tretas.
1ª mentira: não há instrumentos nas escolas para medir o trabalho dos bons professores; entretanto, a ministra admite que a maioria dos professores trabalha bem, o que explica a criação de cotas e contraria as suas anteriores palavras, já que afirmou que as cotas não serviam para travar a progressão dos professores. Se na sua maioria trabalham bem, porque é que não podem progredir todos os que são bons?
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Fátima, de palas nos olhos, já falou na "finlândia", esse modelo de sucesso, com tantos prémios nobel, com tantos escritores e cientistas de nomeada universal...

prós e prós - o tempo de antena do PS - 2

Começa o programa e a "jornalista" Fátima apresenta as medidas do governo como "fundamentais para o país" e diz que "os professores têm de explicar porque é que esta reforma não serve". Ou seja, a ministra não tem de explicar nada. Ouve-se bem a voz do dono.
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Na "reportagem" de introdução, sugere-se que a 1ª greve foi feita assim que a dona lurdes tomou posse. Como se fosse uma resposta pavloviana. Ridículo.
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Fátima fala da "coragem" da ministra. Fantástico.

suprema (in)justiça

Uma mãe mata o filho deficiente à fome, numa lenta agonia que durou mais de um ano, tendo a criança de seis anos seis (!) quilos na altura da morte, relata o JN. Andou fugida durante 18 anos, regressou a Portugal para o julgamento, foi condenada para ver a pena anulada pelo supremo tribunal de justiça. Está visto que, em Portugal, nem os comandantes dos campos de concentração seriam condenados. Afinal de contas, 1945 foi já há tanto tempo que até esses crimes prescrevem. A letra da lei pode dizer o que bem entender, mas há crimes que não deviam prescrever.

prós e prós - o tempo de antena do PS

Quando as incompetências do ministério, a arrogância cada vez mais insuportável da dona maria do lurdes e dos seus secretariozecos de estado, e as perseguições a quem critica o ministério aumentam, lá vem a sra campos ferreira fazer mais uma sessão de propaganda no seu prós e prós. Mesmo antes de ver o programa, já se sabe que a sra "jornalista" condecorada pelo último presidente socialista Jorge Sampaio não vai deixar os críticos da dona maria do lurdes expressarem os seus argumentos. Também já se imagina que os convidados serão isso mesmo, convidados da sra ministra, gente que não a conteste. A saber: presidentes de executivos que ela tenha na mão (porque está nas mãos dela a possibilidade de os mandar de volta às salas de aula, coisa que não fazem desde o tempo em que o Chalana jogava futebol e que os apavora); imbecis das pseudo-ciências da educação, que adoram as políticas ministeriais porque põem em prática as filosofias que eles elaboram; membros de um qualquer sindicato que não incomode muito, para dar a sugestão de que há "contras" e que terão pouco tempo de antena; um qualquer sub-secretário de estado de governos anteriores e, obviamente, as "cabeças pensantes" habituais (sugeria já miguel cadilhe).
Se a RTP quisesse realmente fazer um debate sério e que incomodasse a ministra, deveria convidar as seguintes pessoas:
- Maria Filomena Mónica;
- António Barreto;
- José Pacheco Pereira;
- João Pereira Coutinho;
- Medina Carreira;
- Um reitor de uma Universidade Pública de qualidade (o que exclui, obviamente, a Nova de Lisboa).
Obviamente, perante estes nomes, a ministra não iria ao debate, o que só contribuiria para elevar o seu nível (do debate).

catalogar os críticos

"Os deputados do PSD eleitos pelo Porto anunciaram hoje que vão pedir ao Governo esclarecimentos sobre as razões que levaram a PSP a identificar professores que participaram na manifestação realizada no último sábado, no Porto, contra a política educativa do Governo." Consideramos que este tipo de actuações se insere na atitude que este Governo tem seguido de forte coacção sobre os professores, que nós desaprovamos totalmente porque consideramos que a reforma da educação tem que se fazer com os professores e não contra eles", defendeu o presidente da distrital do PSD do Porto, Marco António Costa, adiantando que o pedido de esclarecimentos seguirá hoje, ou "o mais tardar, amanhã". Marco António Costa, que falava à Lusa após uma reunião dos parlamentares do PSD, liderados por Pedro Duarte, responsável da Comissão de Educação da Assembleia da República, com o presidente da Associação Nacional de Professores, João Grancho, considera que o sucedido anteontem prenuncia também "uma repetição do caso Fernando Charrua elevada ao coeficiente máximo". "Esta metodologia de identificar todos os que criticam o Governo ultrapassa as margens do Estado de Direito", sustentou o parlamentar."

História da Musica Ocidental


Paulo este livro parece-me ser uma boa escolha. Não o tenho comigo mas já ouvi críticas positivas acerca dele.


"Iniciamos sugerindo, principalmente aos que não conhecem nada de música, a leitura do clássico francês Histoire de la musique occidentale, organizado, em 1983, por Jean e Brigitte Massin e traduzido para o português, com o título História da música ocidental, pela editora Nova Fronteira (Rio de Janeiro, 1997). Esse livro, de leitura envolvente (o único inconveniente é o peso: um único volume com mais de 1.200 páginas) e escrito por diversos especialistas, é uma história da música ocidental que não se limita apenas a seguir uma cronologia dos períodos histórico-musicais e narrar a biografia de seus principais compositores. Indo mais longe, essa obra tem a preocupação de tornar inseparáveis a história da música e a história geral, procurando analisar fatos musicais dentro de um quadro histórico mais amplo: social, econômico, político, cultural e religioso. Para os leigos, há, ainda, no início, um muito bem elaborado "léxico musical explicativo", trazendo, por exemplo, definições de formas e gêneros musicais e um apanhado geral dos instrumentos e suas famílias."

domingo, fevereiro 24, 2008

sócrates resolve ir a uma vidente para saber o seu futuro. A vidente concentra-se, fecha os olhos e diz:
- Vejo o senhor a passar numa avenida, num carro aberto, e uma multidão a acenar.
sócrates sorri e pergunta:
- Essa multidão está feliz?
- Sim, feliz como nunca!
- E vão a correr atrás do carro?
- Sim, muita gente à volta do carro. Os polícias estão com dificuldades em abrir caminho.
- Eles levam bandeiras?
- Sim, bandeiras de Portugal e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
- Eles gritam, cantam?
- Gritam frases de esperança: "Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!"
- E eu, qual é a minha reacção?
- Não dá para ver.
- E por que não?
- Porque o caixão está lacrado.

sábado, fevereiro 23, 2008

retrato do país

por António Pires de Lima, ex-bastonário da Ordem dos Advogados (júdice não conta), em entrevista à Sábado:
"...estamos numa ditadura legislativa, sob o ponto de vista fiscal, sob o ponto de vista do não funcionamento da justiça, da destruição das instituições..."
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"[josé sócrates] é um ditador. Este homem só não tem a inteligência de António de Oliveira Salazar. Sócrates é caprichoso, é malcriado, por vezes ordinário. Faz o que entende... Atrás dele tem o carneirismo de topo, habitual na política e nos políticos. (...) É um indivíduo inteligente, que raciocina, mas para mim é um ditador em formação."
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"Sinto que vivo num país onde prolifera a corrupção."
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"Estou convencido de que caminhamos para uma ditadura. É engraçado que estamos em democracia e os partidos com projectos para o poder pedem maioria, sob pena de não conseguirem governar. Não entendo que democracia ambicionam."
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"[Quanto à "lei antitabagista"] acho-a exagerada. Qualquer dia decidem que todos têm de usar as meias e as cuecas da mesma cor. Estão a formatar-nos a vida e a entrar na nossa intimidade."
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"Entendo as salas de chuto como um incentivo à legalização da droga. Aceitaria melhor que se legalizasse a prostituição, que é ilegal mas pratica-se em todo o lado e representa um problema de saúde pública."

sócrates em auto-crítica

“Acredito na importância crucial do bom governo. Governar bem é governar com competência e com rigor, é pôr sempre o interesse geral acima dos interesses particulares, é trabalhar a favor da estabilidade e da confiança nas instituições”, afirmou sócrates, segundo o Público. Ou seja, governar bem é fazer precisamente o que o ps nunca faz quando está no governo. Quem é o socialista, sobretudo neste governo, a quem os rótulos de rigoroso, competente e de confiança podem ser aplicados sem gerar um franzir de dúvida? É quase como perguntar onde está o Wally...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

O melhor poema sobre o dia de nascimento. Luís Vaz, claro

O dia em que nasci moura e pereça

não o queira jamais o tempo dar

não torne mais ao mundo, e se tornar,

eclipse nesse passo o sol padeça

a luz lhe falte, o sol se lhe escureça

mostre o mundo sinais de se acabar

nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar

a mãe ao próprio filho não conheça

as pessoas pasmadas, de ignorantes,

as lágrimas do rosto, a cor perdida,

cuidem que o mundo já se destruiu.

Ó gente temerosa, não te espantes,

que este dia deitou ao mundo a vida

mais desgraçada que jamais se viu



Luís Vaz de Camões

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

maria do lurdes, a sopeira

Sem ofensa para quem faz sopa. Basta ler aqui.
"A senhora Ministra é um ser inqualificável. No mínimo é mentirosa. Há uma dezena de anos que na Assembleia de Escola estão, além dos professores, os alunos do secundário, os funcionários da escola e, ainda, os pais, a autarquia e até representantes das actividades de índole económica ou cultural. De modo que ao dizer o que diz, das duas uma: ou desconhece em absoluto o que se passa na escola, confirmando que é incompetente para o cargo que desempenha; ou é uma mentirosa desprezível, um ser abjecto, que não se julgaria possível ser ministra."
Comentário de uma leitora do Público, a uma afirmação absurda da dona maria de lurdes e a uma proposta totalmente idiota, que é a de ter não-professores a presidir a um órgão que permite a destituição dos (futuros) directores das escolas. Como se os representantes dos utentes ou das câmaras municipais pudessem ou devessem opinar sobre quem preside ao Hospital da terra, ou à esquadra da PSP ou ao quartel de bombeiros ou, porque não, à repartição de finanças locais. Que sabem os encarregados de educação, os autarcas ou os "elementos da comunidade" (em geral alheios do mundo das escolas por opção própria) para terem o poder de depor o director de uma escola? Mas diz a dona lurdes que é esse o caminho. Para o abismo. Já ontem o analfabeto sócrates dizia que o que se fizer nas escolas hoje se verá amanhã. Ou seja, a continuarmos assim, teremos escolas geridas por gente sem qualquer noção do que é ensinar (um pouco à imagem das criaturas que compõem o ministério e as dren e drec e drels espalhadas pelo país). E, somando a tudo isso a infantilização do ensino (consequência, por exemplo, da ausência de faltas, da ausência de exigência (estilo licenciatura socrática) e da redução da carga horária para aumentar a carga lúdica das crianças), vamos ter um país de gente mal preparada e mal formada, o cidadão ideal para votar ps. Isto se houver eleições, claro.

domingo, fevereiro 17, 2008

Pogue Mahone and more


"Os Pistols, e o movimento primitivo do Punk, permitiram a MacGowan [então com 18 anos e que viria a ser vocalista dos Pogues] viver um ambiente no qual ele se sentia vivo e que lhe dava a sensação de familiaridade. (...) estava encantado com a oportunidade de se ligar a quem partilhava com ele um desprezo pela autoridade e pelo conformismo (...). A MacGowan agradavam o nihilismo e o hedonismo do Punk, na mesma medida que saboreava a sua contovérsia e perigo, mas, mais do que tudo, ele adorava a defesa que o movimento Punk fazia do individual. Não havia regras, condicionalismos, ou exclusões com base em género, religião, classe, cor, cultura, aspecto ou local de residência. Por cinco minutos, nessa altura, havia algo que se assemelhava a igualdade."

*

Conta MacGowan:
"Creio que sempre me fizeram sentir como um miúdo impopular na escola e sempre tive dificuldade em engatar raparigas nas discotecas porque era muito feio. Aquela coisa do punk mudou a merda da minha vida. Não importava que eu fosse feio... Nada tinha importância. Era bom."
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Na mesma década, mas na Suécia, nascia uma das melhores bandas da História da música Pop, um quarteto composto por dois casais, Agnetha Fältskog e Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Anni-Frid Lyngstad. ABBA. Durante muito tempo, os ABBA foram ignorados, desde logo por terem começado com um êxito que venceu a Eurovisão (algo que imediatamente votava a maioria dos cantores ao ostracismo). E também por serem suecos, embora a receptividade inicial tenha começado fora da Suécia. Mas sobretudo porque, ao contrário do que se pensa hoje, os ABBA não seguiam as modas da época, nem no tipo de música (o punk estava a ganhar peso num período em que o rock n´roll ainda dominava), nem no espírito, já que o grupo se procurava afastar da canção politicamente comprometida que então se ouvia na Suécia. Por esse motivo, as rádios suecas não passavam ABBA (a esquerda não é dogmática só por cá).
Todos esses rótulos e o visual extravagante da banda tinha, desviaram durante muito tempo as atenções do público e da crítica para as músicas que a banda deixou. No entanto, hoje esse olhar tem vindo a mudar. As canções dos ABBA deram origem a um musical (Mamma Mia) e a importância da banda sueca para a história da música pop é inquestionável. Bono, por exemplo, considera-os uma das melhores bandas pop de sempre. E Madonna usou um sample de Gimme gimme gimme em Hung Up. Elogios que, vindos dos grandes nomes da pop da actualidade, dizem tudo.
A história dos ABBA, desde as origens à vida actual dos seus membros (entretanto divorciados e seguindo vidas distintas - as últimas músicas reflectem os processos emocionais das separações que os dois casais viviam na época: 1. 2.), com muita música, fatos extravagantes, depoimentos e análises históricas, sociais e musicais, tudo aqui.
Relato do DN.
Diz a dona maria de lurdes, sobre o ensino de música em Portugal (mais uma das suas áreas de especialização, pelos vistos): "O drástico aumento verificado permite determinar a importância da existência de oferta do ensino da música para idades mais precoces, designadamente antes do curso Básico. É neste sentido que todas as escolas do ensino público reclamam a criação de um enquadramento legislativo que preveja e estipule os moldes da oferta de ensino especializado para os alunos com idades inferiores aos 10 anos de idade".
No entanto, no mesmo trabalho, pode ler-se que "investigações quanto à relação entre as variáveis idade e aproveitamento entre os anos 1870-71 e 1960-61 não são de molde a demonstrar que as crianças que começam mais cedo os seus estudos são também aquelas que melhores resultados apresentam". Wagner Diniz, director do Conservatório de Lisboa, nota que "o relatório sobre o ensino artístico é completamente contraditório, porque afirma que não é verdadeiro que as crianças tenham de iniciar a aprendizagem da música antes dos dez anos, mas depois reconhece que há cada vez maior procura e defende a extensão do ensino às escolas normais"."
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Que escolas públicas "reclamaram a criação de um enquadramento legislativo que preveja e estipule os moldes da oferta de ensino especializado para os alunos com idades inferiores aos 10 anos de idade"? Quantas? De que concelhos? Ou esta vontade das "escolas públicas" é um eufemismo para a vontade da dona maria de lurdes?
Relata o DN: "Seriam cerca de 200 pessoas a assobiar. José Sócrates entrou sem olhar para os manifestantes mas, logo a seguir, chamou [!?] os jornalistas para uma breve declaração em que considerou "absolutamente lamentável que se faça uma manifestação à porta de um partido político"."É inqualificável que tentem condicionar a actividade um partido. Nunca tinha visto isto em tantos anos de democracia. Isto não tem nada a ver com democracia, tem a ver com falta de educação. Mas o Partido Socialista não se deixa condicionar", declarou. Sócrates deixou bem claro que não acredita na tese da "manifestação espontânea". "É óbvio que são militantes", disse, "são pessoas que já fizeram o mesmo no Congresso do PS" e que "há três anos se manifestam onde quer que eu esteja". Cá fora, os assobios, repetidos de cada vez que chegam ao Rato os professores socialistas convidados para o encontro, passam a palavras de ordem: "Venham às escolas" e "Respeito pela educação" pedem os manifestantes, dos quais poucos se atrevem a dar a cara e o nome, temendo serem prejudicados na avaliação que se aproxima ou mesmo serem alvo de processos disciplinares. Alguns falam até em perseguições nas escolas - "quem é do contra fica com turmas e horários piores", afirma uma professora, que pede o anonimato."
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Pelos vistos, os jornalistas aceitam de bom grado serem porta-vozes do secretário-geral do PS. Onde está António Costa para vociferar contra eles?
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Para o secretário-geral do PS, há locais sagrados onde não é permitido haver protestos, e um desses locais é a sede do Partido (escrevo com maiúsculas para ele não me acusar de falta de educação; e uso o singular porque parece que caminhamos para isso)
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Como sabe sócrates que quem se estava a manifestar este sábado eram as mesmas pessoas que se manifestam contra ele há 3 anos? Terá mandado registar nomes e fotografar rostos? Ou tem boa memória visual (apesar de, no relato do DN, nem sequer ter olhado para os manifestantes?) E desde quando é que isso é crime, protestar contra políticas e políticos que consideramos maus?
Se o primeiro-ministro de Portugal fosse movido pela certeza das convicções não seria o cobarde que se reúne selectivamente com "professores socialistas", presumivelmente uma nova categoria criada pelo ministério para premiar as cabeças ocas que aplaudem as lucubrações da sra maria de lurdes e que se apressam a formar grupos de trabalho da dren e drec e afins. Tudo menos dar aulas. O que até é bom, porque pessoas que se designam (ou deixam designar) por "professores socialistas" duvido que tenham grandes capacidades de ser "apenas" professores. Há momentos em que os apêndices têm um peso que deveria ser insuportável.

sábado, fevereiro 16, 2008

Esqueci-me dos árbitros


A página do AS diz tudo. O barcelona prometeu um quarteto fantástico para "arrasar" a competição. Mas, como isso não aconteceu, lá se vai mantendo a esperança à custa do trio fantástico. Sim, o do apito e das bandeirinhas. Mas como no ano passado nem assim lá chegaram, este ano também não vão conseguir.
Quanto ao resultado do Real, a pensar mais na Roma do que no Bétis, mostrou que Schuster é o Paulo Bento de Espanha (só não é o Jesualdo porque, ao menos isso, é muito menos arrogante), um treinador mediano que não tem comparação com Capello.
"Polémica arbitral
En un partido tan vibrante no podía faltar la polémica. González Vázquez señalaba penalti a instancias de uno de sus asistentes tras un control de Juanfran dentro del área maña en la que el defensa se ayudó con la mano. El control, calcado al de Henry en el gol azulgrana, sirvió a Ronaldinho para volver a marcar y conseguir tres puntos vitales para su equipo."