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sexta-feira, outubro 07, 2011

Yng and Yang




Macarrão gratinado é um prato de Inverno mas nesta casa é uma comida de qualquer altura do ano. Se o tempo arrefece ligeiramente e o calor do forno não incomoda, então podemos avançar para um gratinado. Neste caso, macarrão com salmão fumado.
Mas as variações são mais que muitas e têm sido experimentadas.

O que usei:
macarrão
salmão fumado
natas
queijo mozarella ralado
queijo parmesão
pimenta
sal

Como procedi:
Pré-aqueci o forno a 200º.
Cozi o macarrão de acordo com as instruções da embalagem.
Numa taça coloquei o salmão partido em pedaços pequenos. Juntei as natas, o mozarella e ralei o parmesão. Temperei com sal e pimenta.
Coloquei em taças e levei ao forno até ficar gratinado.

quinta-feira, setembro 22, 2011

3 x pasta







Três propostas de pastas que estavam em arquivo pré-férias.
Todas elas com a versão com e sem parmesão, de acordo com as preferências do par que as degustou: G&G.

A primeira, um penne com molho de tomate, pimentos vermelhos e pancetta.
A segunda, um esparguete com molho de tomate, tomilho e queijo brie aquecido.
A terceira, um linguine com tomate cereja, presunto e salicórnia.

Tudo soluções rápidas e satisfatórias.

segunda-feira, agosto 29, 2011

A antecipar as férias...





Gosto de ver o programa da Ina. Aprecio as suas refeições que variam entre soluções práticas para o quotidiano e as ementas que elabora para dias mais especiais, onde há sempre um pormenor de sofisticação sem pedantismo.

Foi inspirada numa salada dela que preparei o jantar de hoje. Nunca tinha utilizado a pevide para outra coisa que não canja de galinha, mas resulta muito bem neste tipo de preparação.
Comecei por escolher alguns legumes para assar temperados com azeite, folhas de tomilho e sal. Tudo do quintal da minha mãe que ainda está carregado de coisas boas: alho francês, beringela, curgete e pimento amarelo.
Cerca de 5 minutos antes de terminar, juntei o miolo de camarão, entretanto marinados em azeite, folhas de tomilho e cascas de laranja.
Entretanto a pasta foi cozida e escorrida. Envolvi no assado, deitei mais um fio de azeite e coentros picados.
Para acompanhar, abriu-se a garrafa de vinho branco que a L. nos trouxe do norte. E fez todo o sentido! Por momentos acreditei estar de férias...


sexta-feira, agosto 26, 2011

A cereja no topo




Ainda não comecei a congelar tomate e outras coisas que vêm do quintal da Z. e que depois no Inverno só arranjo no supermercado ou no mercado. Ainda não comecei porque isso é o prelúdio do fim do verão. E para mim o final do verão é sempre deprimente. Por isso ainda não se congela nada cá em casa, muito menos o tomate que continua a dar o mote em quase todas as refeições.
Para este esparguete, feito com o pouco tempo que a hora de almoço me permite, socorri-me de um salteado com tomate cereja, abacaxi e salmão fumado. Temperado com sal e pimenta. Para as meninas e G., generosamente polvilhado com lascas de parmesão. No meu caso, simples, com folhas de manjericão que não entraram no registo fotografado.

quarta-feira, agosto 10, 2011

Linguini com tomate cereja assado



Continuo a preparar refeições com o tomate como ponto de partida... e algumas vezes também de chegada. Foi o caso do jantar de hoje.
Depois de um caril de peixe ao almoço (também tenho insistido nos sabores indianos), foi a vez de uma pasta com tomate e queijo.
Linguini, uma das minhas preferidas, acompanhada com tomates cereja assados no forno, temperados com sal, azeite e folhas de tomilho.
Generosamente cobertos com lascas de parmesão.
Não houve reclamações!

quinta-feira, julho 21, 2011

Massada de peixe



Gosto muito de massa com peixe. Mas parece que os especialistas dizem que é algo que não combina!
Recentemente, num dos programas de culinária que sigo, o Chopped, um chef do júri dizia isso mesmo.
Para o caso pouco interessa. Eu gosto.
Massada de peixe é muito típico na Figueira, e em nossa casa também!


Vou variando no peixe utilizado e mesmo na base. Neste caso usei perca e essencialmente tomate e pimento verde. Ainda que o vermelho seja mais doce, gosto da robustez do verde.

O que usei:
postas de perca
massinhas
cebola
alho
tomate
pimento verde
azeite
pimenta
sal
vinho branco
coentros

Como procedi:
Numa caçarola coloquei azeite, a cebola e o alho picado até ficarem transparentes. Depois o tomate picado e o pimento cortado em tiras finas. Deixei amolecer ligeiramente e acrescentei um pouco de vinho branco. Seguido das postas de peixe e da massa. Temperei e tapei com água suficiente para cozer a massa.
Polvilhei com coentros e deixei repousar uns minutos antes de servir.

quarta-feira, julho 13, 2011

Esparguete quase à carbonara



Gosto muito da comida que a Mafalda Pinto Leite propõe nos seus livros, especialmente no Dias com Mafalda. Sobretudo pela simplicidade de execução, mesmo quando é algo mais elaborado. O que não é o caso ;)

Esta é uma das suas sugestões e que é muito semelhante ao esparguete à carbonara.

Saltear cogumelos fatiados com bacon num fio de azeite, temperados com sal e pimenta. Cozer o esparguete e escorrer. Bater quatro ovos caseiros com coentros picados. Juntar tudo na panela até os ovos cozerem ligeiramente. Servir de imediato polvilhado com queijo parmesão ralado no momento.
E bom apetite!

terça-feira, junho 28, 2011

Sai um esparguete em passo de corrida



E foi este o esparguete de rápida preparação para o almoço de domingo. Ervilhas, peras, cogumelos, miolo de camarão, delícias do mar e coentros.
Nada de especial, mas muito melhor que um qualquer prato de fast food.

quarta-feira, junho 15, 2011

De amêijoas se fez o jantar





É recorrente cá em casa fazer as "conchinhas" como as meninas lhe chamam.
Todos gostamos de amêijoas à Bulhão Pato. Acrescentar a isso o esparguete, é como coroar o bolo com a cereja!
Mais uma vez, com coentros da varanda. Mantenho o espanto por ainda estarem lindos, viçosos e não os ter matado com falta ou excesso de água. Se me entusiasmo demais ainda penso em aumentar a "horta".

sexta-feira, junho 03, 2011

Pasta, quem consegue resistir?



Ainda não encontrei o tempo para me organizar na cozinha e a ementa tem sido à volta do básico. Com a sopa sempre de ponto de partida (que essa não falta na nossa mesa) e depois socorrendo-me do mais simples.
Claro que por vezes o simples e rápido é tendencialmente o menos saudável. Mas não tem de ser. Evitar frituras e massas quebradas/ folhadas já é um passo. Da mesma forma que procuro contornar a charcutaria. Nem sei quando foi a última vez que o nosso frigorífico viu fiambre! Optar por cozer, saltear ou grelhar ajuda. E fugir das natas. Parafraseando a minha amiga A. «é só para entupir a veia...». Claro que as pastas são calóricas. Mas joga-se com marisco que é muito amigo. Assim, cozi tagliatelli de espinafre fresco do meu mais recente aliado, a que juntei um salteado de miolo de camarão, delícias do mar, tomate seco e ervilhas, temperado apenas com sal, pimenta e uns raminhos de tomilho.
Saciados sem a sensação de enfartamento.

sábado, maio 14, 2011

Comida conforto





A Nigella chama-lhe assim: comida conforto! Comida que não dá trabalho e nos enche o corpo e a alma.
Para o jantar de hoje foi a opção. Para complementar o creme de courgete, este macarrão com queijo no forno. É semelhante ao da Nigella no procedimento, ainda que tenha alterado um pouco os ingredientes. Ela usa leite evaporado, eu usei normal. Também não utilizei as duas variedades de queijos, mas simplesmente mozarella, porque eu e o queijo temos uma relação difícil (infelizmente) e não pode ser nada muito intenso.

Servi com a salada mais básica que se pode imaginar, mas que por aqui tem sempre sucesso: espinafre baby, agrião, tomate e pepino, com vinagrete simples de azeite, vinagre de sidra e flor de sal.

O que usei:
macarrão
2 ovos
200 g mozarella ralado
150 ml leite
noz moscada
pimenta
sal

Como fiz:
Liguei o forno a 220º. Enquanto cozi o macarrão, misturei os restantes ingredientes. Depois da pasta cozida e escorrida, envolvi no preparado e levei ao forno cerca de 15 minutos até ficar dourado. Deixei arrefecer um pouco e servi com a salada.

quarta-feira, maio 11, 2011

Os espinafres do Popeye



Sempre que se comem espinafres lá em casa, vamos buscar ao passado as histórias do Popeye Marinheiro e dos seus fantásticos músculos. As meninas ficam entusiasmadas e começam a simular poses de alterofilismo. Sendo que a L. fica mais próxima da Olivia Palito...

Ontem como foi dia de piscina era necessário repor as energias. Dose dupla de espinafres. Depois de um creme deste, seguiu-se uma pasta do mesmo, com camarão e maçã assada.

O que usei:
tagliatelle de espinafre fresca daqui
miolo de camarão
2 maçãs fatiadas
2 dentes de alho
tomilho
azeite
sal
açafrão

Como fiz:
Cozi a massa 4 minutos. Escorri e reservei.
Num tabuleiro coloquei todos os ingredientes e levei ao forno em grelha alta cerca de 15 minutos no forno a 200º. Envolvi na massa e servi.

sábado, abril 30, 2011

Massinha para a menina e para a menina



Depois de um sábado inteiro sozinha com as meninas, pensar num jantar que não seja um pretexto para birras ou queixas implica obviamente "massinha", como diz a mais pequena. Seja!
Massa com ervilhas, salmão grelhado, temperado com sumo e raspa de laranja e muitas folhinhas de tomilho.
As crianças gostam e eu agradeço a fácil e rápida execução.

segunda-feira, abril 25, 2011

Entre fadas e galinhas









Este ano não tive quaresma nem Páscoa. Não tive penitências nem Aleluias. E sinto essa falta. Mas este não é o espaço para estes desabafos...

Os dias de descanso que os feriados proporcionaram permitiram estar com quase toda a família e alguns amigos. Antes de tudo isso ainda um Jantar com História a ouvir falar de Unamuno e das suas fortes ligações à Figueira, com uma ementa sobejamente interessante pelo chef Hélio Loureiro, onde se destacou uma geleia de rosas que me ficou na lembrança e no palato. Ver se a descubro por aí.

Mas voltando aos amigos, no sábado de Páscoa regressámos do Porto com destino ao CAE para ver a Mafalda e as suas Fadas. Apressadamente ainda preparei uma pasta para jantarmos com o PA. Eramos apenas os três à mesa, com horário condicionado e o frigorífico a necessitar de ser recarregado. Valeram os ovos cozidos da época e socorri-me de aromas essencialmente. Numa caçarola deitei azeite aromatizado com tomate seco e salteei alacaparras, tâmaras, bacon e maçãs. Temperei com sal e tomilho e envolvi na farfalle. Um Flor de Lis embalou-nos para o concerto.
Foi uma noite encantadora, como a própria fadista.

terça-feira, abril 19, 2011

Antes quebrar que torcer



Comprei um saquinho de ervilhas de quebrar na feira da Tocha, a uma daquelas velhinhas gandaresas. Ela bem dizia que eu não me ia arrepender. De facto, são deliciosas.
Preparei-as para um almoço rápido. Procedimento simples. Na véspera, e como terapia, peguei no saquinho e lavei-as muito bem, para depois retirar os veios laterais. É um exercício de relaxamento a ter em conta.
Num tacho coloquei azeite e dois dentes de alho esmagados e uma caixa de tiras de bacon fumado. Acrescentei as ervilhas e deixei a estufar em lume brando cerca de 20 minutos, mexendo regularmente. Cozi penne e depois acrescentei às ervilhas. Do mais saboroso que há. Não pensei no bacon em termos calóricos e agarrei-me ao saudável das ervilhas.

terça-feira, abril 12, 2011

Quando o salmão é rei...



Ontem foi noite de esparguete, a pasta preferida da L. Gosto de ver a perícia com que ela o enrola na colher e a sofreguidão com que a F. o devora. Tinha salmão fumado, comprado ao kg no nosso supermercado preferido. A qualidade é excelente. Enquanto preparava o jantar, as pequenas (e eu) foram comendo algumas fatias. Tive de travar o processo, ou ficava sem o ingrediente principal daquele prato.

O que usei:
esparguete
salmão fumado
cogumelos
cebola roxa
abacaxi
vinho do porto
azeite
sal
pimenta rosa

Como preparei:
Cozi o esparguete de acordo com as instruções da embalagem. Numa frigideira, caramelizei uma cebola roxa cortada em meias luas muito finas. Acrescentei depois um quarto de abacaxi, também cortado em pedaços muito finos. Quando reduziu, acrescentei vinho do porto e deixei cozinhar juntamente com os cogumelos, até evaporar o álcool. Temperei com sal e pimenta rosa moída no momento. Escorri o esparguete e envolvi no preparado, juntando o salmão rasgado em pedaços. Cozeu ligeiramente com o calor dos restantes ingredientes.

domingo, abril 10, 2011

Embrulhos de amêijoas









Continuamos num registo a dois. O almoço de ontem foi ainda sem as crianças. Daí que tenha optado por esta tentativa de seguir uma receita do Dias com Mafalda. Fui quase fiel ;)
Gosto muito de amêijoas por isso tentei esta versão para fugir ao Bulhão Pato.

O que usei:
esparguete neri
tomate aos quadrados
amêijoas
filetes de anchovas
salsa picada
vinho branco
geleia de piri-piri
azeite

Como procedi:
Cozi o esparguete retirando alguns minutos ao tempo de cozedura recomendado, uma vez que ainda ia ao forno. Em taças individuais de ir ao forno, coloquei uma folha de papel vegetal de forma a fazer um embrulho. Coloquei a massa escorrida e regada com um fio de azeite e distribui os restantes ingredientes. Fechei os embrulhos e levei ao forno pré-aquecido a 220º cerca de 15 minutos.
É leve e fresco. No entanto, uma opção que não agradará a qualquer um.

quinta-feira, abril 07, 2011

Entre amigos e tulipas
























Ontem os nossos amigos V. e C. foram jantar lá a casa. Propositadamente não o fizemos durante o fim de semana porque não entendo essa mania de concentrar os encontros de família e amigos durante esses dias. Durante a semana alguém se deita tão cedo que não permita jantar com amigos? Ou é assim tão complicado preparar uma massa que obrigue a ficar agarrada ao fogão horas? Penso que não. Por isso, e apesar de as crianças terem horários mais rígidos, um dia por semana não as vai deixar perturbadas nem com danos irremediáveis. Elas até agradecem brincar com outras crianças que não as da escola.

Assim, e para que tudo corresse da melhor forma, fui preparando algumas coisas com antecedência. Tinha pensado numa ementa de inspiração italiana, mas fui fazendo pequenas alterações. Ainda assim, a sobremesa foi italiana e feita de véspera, para articular tudo e porque deve ser assim com o tiramisú. Curiosamente, foi a minha primeira experiência com este doce.

Para começar a refeição tinha azeitonas da Feira Biológica e pão alentejano. Preparei uma pasta de delícias do mar para as tostas e grissinos. Pão de alho era obrigatório. Por isso, de manhã comprei um pão de centeio no mercado municipal e preparei-o de acordo com uma receita que tinha espreitado na Contessa. Muito fácil. Piquei alho e salsa. Juntei azeite e um pouco de flor de sal. Cortei o pão no sentido longitudinal. Barrei um dos lados com esta mistura e o outro com manteiga. Voltei a fechar o pão e envolvi em papel de alumínio. Levei ao forno bem quente cerca de 20 minutos. Depois abri e deixei tostar cerca de 7 minutos. Desapareceu num ápice. Para a próxima já sei que devo ter pelo menos dois do mesmo tamanho.

A entrada foi outra experiência, inspirada numa receita que já fiz várias vezes, inclusive noutro jantar de amigos. O folhado de camambert. Desta vez não recheei com frutos vermelhos, mas sim com compota de cebola roxa. Acho que combina melhor. O G. que já provou ambas, pensa o mesmo. O procedimento é em tudo igual, sendo que apenas se trocam os frutos vermelhos pela tal compota. Também a preparei na véspera à noite e assim não me roubou tempo, porque é quase tudo por conta do forno. Para a compota usei 3 cebolas roxas cortadas em rodelas muito finas. 3 colheres de açúcar, 1 pau de canela, 1 ramo grande de tomilho, 2 folhas de louro verde e meia chávena de vinho do Porto. Comecei por colocar a cebola com 3 colheres de sopa de azeite, com as ervas e a canela num tacho a libertar toda a água até reduzir. Depois acrescentei o açúcar e deixei caramelizar bem. Finalmente acrescentei o vinho e deixei cozinhar até evaporar e ficar com a consistência pretendida. O Henrique Sá Pessoa ensina a preparar esta compota mas com vinho tinto. Para mim é bem melhor com Vinho do Porto. É uma opinião, vale o que vale.

Para acompanhar, fiz uma salsa de salicórnia, kiwi e pepino. Juntei tudo com azeite, vinagre de arroz, malagueta vermelha, pimenta rosa, sal e açúcar mascavado. Reservei no frigorífico até à hora de servir.

Para prato principal uma pasta, não fosse o jantar de inspiração italiana. Penne com legumes assados, salsichas frescas e chouriço. Escolhi o de Quiaios. Afinal podemos sempre dar protagonismo aos produtos da terra. Assei no forno abóbora, cenouras roxas, cogumelos portobello e pimento vermelho, com azeite, pimenta e sal. Num tacho, cozinhei as salsichas e o chouriço, cortados em rodelas e temperados apenas com sal. Envolvi tudo, e servi com a massa al dente, regado com o molho das carnes.

O remate da refeição, como já disse, foi o tiramisú. Misturei 4 colheres de sopa de açúcar em pó com 4 gemas de ovos caseiros que lhe deram um magnífico tom de amarelo canário. Acrescentei o mascarpone, e um pouco de rum. Envolvi depois as claras batidas em castelo. Numa taça com café forte e rum, mergulhei os palitos la reine sem ensopar. Coloquei em camadas, intercalado na penúltima, passas de uva previamente aquecidas em rum para ganharem volume. Polvilhei com chocolate em pó. Para as meninas, gelado, pois rum e café seria catastrófico.

Os amigos trouxeram o vinho. Um tinto alentejano de que gostamos muito: Herdade dos Garfos.

A comida é de facto o que nos leva à mesa, mas esta deve estar bem vestida para nos receber. Assim, escolhi uma toalha que bordei com tulipas, vermelhas e amarelas. No centro, uma coroa de tulipas a envolver as velas de café. Para as pequenas jarras, colhi flores no descampado junto a minha casa, à hora de almoço. Havia papoilas, mas se as colhesse murchavam imediatamente. Ficam lindas no campo.

A conversa estendeu-se e já estou a pensar quando será o próximo.

sábado, abril 02, 2011

Continuamos com a pasta



O dia acordou desagradável, sem sol. Mesmo assim decidimos sair um pouco de casa. Fomos ao Bairro Novo e quando nos apercebemos já era hora de almoço. Havia sopa pronta do jantar de ontem. Uma pasta com camarão é sempre uma solução rápida e gostosa para completar a refeição. Demos por isso continuidade à influência italiana. Bastou cozer o camarão e o tagliatelli de espinafres. Depois salteei num pouco de azeite com pedaços de bacon, pimento vermelho e alho e envolvi tudo. Servi polvilhado com parmesão ralado.

sexta-feira, abril 01, 2011

Comida italiana?







Cá em casa gostamos muito de pasta. De vários formatos, acompanhamentos e preparações. Podia fazer comida de inspiração italiana todos os dias, tal é a variedade de opções.
Desta vez, procurei seguir uma receita do livro Dias com Mafalda. Mas claro está que não consegui ser completamente fiel. Mas é aproximado. Ela chama-lhe lasanha escondida.
O resultado foi um jantar aprovado por todos, apesar do esforço final da L. que não tinha vontade de ir para além da sopa e fruta...

O que usei:
1 embalagem de tortellini de espinafre e ricotta
1 lata de tomate pelado
1 cenoura ralada
200 ml de créme fraîche
queijo da ilha ralado
salsa
hortelã
tomilho
alho
azeite
sal
pimenta

Como procedi:
Untei um prato de forno e liguei o forno a 180º.
Cozi o tortellini de acordo com as indicações da embalagem. Entretanto numa frigideira levei o azeite, tomilho e alho picado a saltear, sem deixar queimar o alho. Juntei o tomate cortado miudamente e temperei de sal e pimenta. Deixei apurar cerca de 7 minutos. À parte, misturei o créme fraîche com sal, pimenta e a salsa e hortelã picadas.
Coloquei a base de tomate no prato de forno, seguido do tortellini, a cenoura ralada e depois a mistura do créme. Polvilhei com queijo da ilha ralado e tapei com folha de alumínio. Levei ao forno cerca de 20 minutos. Depois retirei o alumínio para derreter o queijo.
Servi após uma sopa de nabiças.